sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A chave do sucesso?!

Demorou mas acabei de ler um livro que fala de pessoas fora de série que atingiram o sucesso máximo no que fazem ou fizeram. Se a gente colocar todas essas histórias no liquidificador, podemos concluir que ter sucesso depende:


- De quando você nasceu. Ano, mês e até o dia podem fazer a diferença no sucesso que você vai ter em determinada área ou profissão. Por exemplo, quando me formei em Eng Naval, esse mercado no Brasil estava morto e não segui nessa carreira. De uns anos pra cá esse mercado está bombando e quem está se formando agora tem um mar de oportunidades (desculpem o trocadilho infame mas não resisti). Supondo que eu tivesse talento para ser um excelente eng. naval, eu teria nascido na época errada.

- De onde você nasceu e cresceu. Esse local vai ajudar a moldar seu legado cultural. Se você nasceu e cresceu num local em que as pessoas encaram a vida de uma forma positiva, você provavelmente fará o mesmo. E provavelmente vai enfrentar os obstáculos da vida com uma chance maior de superá-los.

- Das escolhas que foram feitas pelos seus pais, avós, bisavós, etc. Colocar o filho para estudar na melhor escola da sua cidade parece ser o melhor que um pai e uma mãe poderiam fazer, não? Se o talento desse filho for, por exemplo, em ginástica olímpica e não houver aulas de ginástica olímpica nessa escola, talvez não seja.

- Das oportunidades que bateram à sua porta. O que leva você ter uma oportunidade melhor que seu vizinho que está nas mesmas condições que você? Alguns dizem que é sorte. Outros dizem que se você pegou a melhor oportunidade é porque você soube identificá-la e agiu antes. Prefiro a segunda explicação.

- Do tempo que você se dedicou. Nenhum desses casos de sucesso aconteceu sem uma dedicação enorme naquilo que você é bom. E enorme quer dizer muito maior que qualquer outra pessoa na mesma área ou profissão. A dedicação te leva à perfeição mas você não precisa ser perfeito. Você passa a fazer cada vez mais e melhor com menos e mais rápido do que os outros.

No fim, tudo depende de tudo. Esses pontos acima devem explicar uma parte do que leva uma pessoa ao sucesso no que faz. Porém, deve haver coisas que nem imaginamos e que tenham grande influência nisso tudo. Como saber se estamos fazendo as melhores escolhas? Não tem como. Só o tempo dirá.

Por isso, meu caros, amanhã começo a levantar mais cedo e trabalhar mais. Pois isso é a única coisa que está sob meu controle.

Abraços e beijos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Visconde de Mauá não existe!

Semanas atrás fomos para Visconde de Mauá. Local no Vale do Paraíba há muito tempo famoso tanto pelas suas cachoeiras quanto como reduto de BGs (BG de bicho-grilo...). Acabamos indo pra lá nem por uma coisa nem outra. Como apareceu uma “oportunidade imperdível” num desses sites de compras, adquirimos um fimdesemana por lá. Se não fosse bom, pelo menos seria barato... E assim foi.

Apesar do que dizem as diversas placas ao longo do caminho, Visconde de Mauá pra mim não existe. Você vai seguindo as indicações e quando vai ver, passou... Tenta voltar e passa de novo. Lembro de um posto de gasolina BR que só dá pra ver durante o dia, de tão pequeno e escondido. E também de uma pracinha onde fizemos um corrupio cigano (vulgo retorno) na chegada e na volta. E só!

A pousada que ficamos não ficava em Visc. As indicações de butecos, comercio e restaurantes que recebemos não estavam em Visc. Algumas pessoas com quem conversamos, não nasceram em Visc. Não vimos as cachoeiras. Não vimos os BGs. Ou seja, Visc não existe. Cqd!

O que sim existe é Maringá. Que fica parte em Minas Gerais, parte no Rio de Janeiro. Lá tem um comércio até que legal, alguns botecos e restaurantes. O lado do carioca é mais legal que o lado mineiro. Tanto que o único lugar que cogitamos voltar enquanto estivemos lá foi a Parada do Pastel. Lá tomamos umas brejas bem geladas e comemos umas gordices beeem gostosas.

Muito verde, muita estrada de terra. Lugar realmente bonito mas é só. Monte Verde, por exemplo, é mais legal. Serviu pra ticar na nossa ‘lista de lugares que fomos juntos’. Tanto que a foto mais bonita do finaldesemana foi tirada na Rodovia Dutra, num posto de gasolina.

Abraços e beijos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vida normal?!?!

Um tempo atrás postei algumas frases que retratavam uma vida que ia voltando ao normal. De lá pra cá aconteceu tanta coisa nessa vida que veio a pergunta: o que é uma vida normal???? Confesso que em alguns momentos, ao refletir sobre isso, quase conclui o seguinte..... "Phodeu!!! Essa vida não vai ser normal nunca mais."

Como?!?! Não pode ser!!! Nunca mais ser normal não dá!!! Calma! Vamos dar um passo atrás e rever as premissas que levaram a essa "quase-conclusão".

Primeira premissa: Numa vida normal, a gente agrada todo mundo.
ERRADO!!! Não dá pra agradar todo mundo. Muito pelo contrário. Se vc tenta agradar a todos, acaba não agradando ninguém. E que papo é esse de querer agradar os outros??? Se vc conseguir agradar a si mesmo já está de bom tamanho. E como agradar a si mesmo??? Ouvindo a opinião dos outros, tendo compromisso apenas com a sua opinião. Se colocando de maneira firme frente as coisas da vida. Mesmo sabendo que isso pode não agradar, chocar e, até mesmo, magoar os outros. Falando o que precisa ser falado. Se você acha que os outros não estão prontos para ouvir, o máximo que vc pode fazer é calibrar a forma. Mas nunca deixar de falar o que vc acha que deve ser falado. Ao falar o que pensa, vc dá à pessoa uma chance de refletir de novo sobre o que passou. Ao falar, a energia flui de vc para ela. E energia é o que move a vida.

Segunda premissa: Numa vida normal, tudo que planejamos acontece.
ERRADO!!! Esperar que sempre aconteça o que você planejou na semana, mês ou ano seguinte é esperar demais da vida. Ou dar uma importância maior daquela que realmente vc tem nesse mundo. Cada ação nossa gera uma reação que normalmente não sabemos onde, quando ou em quem ela ocorre. E essa reação vai gerar outras ações. E assim por diante. Meio Teoria do Caos, meio Reação em Cadeia, saca??? Se você não sabe qual o tipo de estrada que a vida vai colocar diante de ti amanhã, como vc pode escolher de antemão o tipo de veículo vc vai usar. Assim, acabamos usando uma Ferrari para andar na lama... Como diz o filósofo Lulu Santos, a vida vêm em ondas. E quando vc vê que vem vindo aquele tsunami, pegue a sua melhor prancha e caia de cabeça. Surfe a sua melhor onda. Como se fosse a última.

Terceira premissa: Numa vida normal, todos os que vc ama podem te acompanhar na sua 'viagem'.
ERRADO!!! Essa 'viagem' que é a nossa vida segue numa velocidade que muda constantemente. Além disso, muda de acordo com seu estado interior e com a sua capacidade de enfrentar coisas novas (as tsunamis...). Não tem velocidade melhor ou pior. O que não dá é esperar que os outros tenham a sua velocidade. Mas também não dá pra deixar de viver na sua velocidade porque os outros não vão te acompanhar. No máximo, se tiver sorte, vc vai ter apenas uma pessoa que lhe faça companhia nessa viagem. E esse será o amor da sua vida, que vai viajar a sua viagem e que você vai viajar a viagem dela.

Bom, concluí que minha vida não é normal. UFA!!! Que bom!!! Que venham mais tsunamis.

Abraços e beijos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Paris, lado B,

Passei onze dias na França e conheci 7 cidades diferentes. Tirei centenas de fotos e tenho histórias que dariam  vários posts nesse blog. Poderia falar dos monumentos, dos cafés, da comida, dos castelos, dos museus, dos passeios... Mas isso seria meio óbvio! E estaria competindo com as diversas publicações especializadas em viagem, némesmo?!

Bom, estão fui buscar nas fotos algo de 'lado B' da França. Coisas que me marcaram pelo inusitado, mas que no fim também contam um pouco desse país sensacional.

Olha essa banca de jornal aí ao lado. Fiquei de queixo caído. De tão bem inserida no ambiente da cidade, poderia ser uma banca de frutas do século 17 ou 18 que foi preservada e agora vende jornais. Os caras não pensam apenas nos grandes prédios e obras. Pensam em cada detalhe para manter a identidade, para que em toda esquina você tenha certeza que está em Paris, nesse caso.

Olha essa placa que meu pai viu assim meio sem querer. Até que é famosa mas a gente não sabia. A cidade está cheia desse tipo de registro. E encontrar uma dessas placas falando do Santos Dumont é sensacional. Não importa a nacionalidade dele.O que importa é registrar que ele marcou a história da cidade e por isso deve ser lembrado para sempre. Da mesma forma, mas em menor escala, que os soldados que lutaram pela Libertação da França na 2ª Guerra Mundial, por exemplo.

E esse aviso num dos elevadores da Torre Eiffel. Vi avisos como esse em vários outros pontos turísticos de Paris. Ao contrário do que possa parecer, me senti muito mais respeitado como turista ao ler essas palavras. É a realidade do lugar. E se essa é a realidade, então não há porque escondê-la. Reconhecer os nossos problemas é tão importante quanto reconhecer as nossas virtudes. E isso torna Paris ainda mais apaixonante.

E o que tem de diferente nessa foto da esquerda? Preste bem atenção e tente pensar com a cabeça de um parisiense. Ainda mais porque aqui em SP é muuuuito comum. Encontrou? Não?! Canto direito, parte de baixo. Viu?!........ Uma parede pichada....Pois é! Não lembro de ter visto pichação lá durante minhas andanças. Vi agora revendo as fotos.

Tudo isso mostra algo que não vemos muito aqui no Brasil..... Cuidado com o presente e respeito com o passado.

Abraços e beijos.

domingo, 4 de setembro de 2011

London calling

Eu já imaginava que essa passagem por Londres seria bem legal. E foi mais do que isso. Foi inesquecível.

. A cidade é sensacional!!! Aquelas casas de tijolo marrom uma colada na outra com flores nas janelas. A mão inversa das ruas que faz a gente se confundir muito nos primeiros dias. Os parques e praças que estão em todos os lugares. Os museus, igrejas e monumentos que dão um significado diferente à vida cotidiana e que não temos no Brasil. A diversidade de raças, credos, tipos das pessoas é digna de São Paulo.


. Outra coisa que chamou muito a atenção foi o luxo e ostentação dos súditos da Rainha. Lojas e carros caros por todo lado. Prada, Gucci, EZ, Thiffany's.... Ferraris, Buggatis, Bentleys... Armanis e BMWs nem to contando...Pra mim um exagero total.Para eles deve ser normal. Bom.... Acho que não teria problemas para me acostumar com isso... Hehe.

. Os táxis e taxistas merecem uma nota. Os carros são feitos sob medida e muito práticos. Os taxistas muito eficientes e educados. Mas encontramos um em especial que nos deixou de boca aberta. Durante a viagem, ele percebeu que éramos brasileiros e perguntou se gostávamos de arte moderna. 'Arte moderna?', pensamos.... Hum... Então ele começou a falar nomes de artistas brasileiros consagrados da arte moderna... Ligia Clarck e Helio Oiticica. O cara conhece e gosta do assunto. Além disso era muito simpático, tanto que até nos indicou alguns pubs, escrevendo os nomes num papel. Veja: escreveu num papel!!!! Os taxistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Buenos Aires podiam ter aulas com esse cara!


. Em relação à comida eu não esperava nada. Vim com aquele ideia de que lá se come mal... Que nada! Todas as refeições foram excelentes! Surpreendentes mesmo. No hotel, nos restaurantes, no pub, no museu. Pratos simples ou refinados, todos muito bem feitos, bem montados e saborosos. O destaque vai para o prato oriental 'alguma coisa wook' que comi no Museu Britânico, na foto ao lado. Na medida certa de tempero e pimenta. Estava perfeito!


. A indicação do taxista simpático lá de cima nos levou a um pub dos 'locais' chamado Grenadier. Super escondido, numa viela que se fosse em SP a gente nem entrava. Entramos e só tinha ingleses, além de uma mesa de franceses. O lugar é muuuuito legal e comemos muito bem. Aliás, a comida nos surpreendeu de tão saborosa e sofisticada. As cervejas, apesar de quentes, estavam bem gostosas. O ponto alto da noite foi no final quando estávamos indo embora. O gerente veio falar conosco, perguntou de onde éramos e se não queríamos reservar uma mesa para o Natal. Imagina:
- Onde vc vai passar o Natal?
- Olha, esse ano reservei uma mesa no Grenadier, em Londres..... Hahaha!

. Uma última coisa que merece uma nota é o metro. Caro, cheio, quente e complicado. Mas te leva literalmente a qualquer lugar! Deve ter umas 20 linhas diferentes. A maioria das estações que passamos são antigas com corredores estreitos, de azulejo. Uma das linhas que usamos deve ser bem antiga e, por isso, estreita. Então o vagão é metade de um dos nossos. Parecia de brinquedo. E como várias linhas se cruzam, algumas estações são muito profundas. Tanto que tem elevador para sair na rua.... Imagina elevador no metro de SP...

. Mas mais sensacional está sendo fazer essa viagem com meus pais! Há muito não ficávamos tanto tempo juntos tendo esses momentos que ficarão para sempre na minha memória. Além estar sendo muuuuito engraçado. Obrigado, meus queridos, por me proporcionar essa viagem tão cheia de significado.

Abraços e beijos.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Como é fácil.....

Como é fácil.....
Apontar os erros....
Que os outros cometem...
Nos camihos da vida.

Como é fácil...
Cair na tentação...
De julgar o outros...
Pelos nossos valores e medidas.

Como é fácil...
Deixar de lado...
O outro lado.

Como é fácil...
Esquecer...
Que tudo na vida...
É ação e reação.

E nada é por acaso.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Seguindo no mesmo caminho


A página já tinha virado ‘de fato’. Agora virou ‘de direito’.

Para dizer o mínimo, foi INTENSO. Na hora que o juiz começou repassar os pontos do acordo e a perguntar “Vocês estão de acordo?”.....Nooossa.... Um dos momentos mais emocionantes da minha vida.
Durante aqueles minutos, parece que o tempo parou e começou a passar um filme na minha mente. Revi o filme do meu passado, da minha história. As minhas histórias.

Histórias engraçadas e felizes... Muitas!!!!
De amor e paixão... Hummmm!!!
De dor e superação... É.... Doeu mesmo! Mas passou!!!
De luta e garra... Quantas conquistas!
De acertos e erros... Um não existe sem o outro....
Do nascimento de uma pessoa... Minha princesa!!!
Que me fazem ser quem eu sou!

Sem elas eu não seria esse ‘eu’ que está escrevendo agora e que tem convivido com vocês.
Sem elas eu não seria ‘tão isso’ ou ‘tão aquilo’. Para o bem e para o mal....
Sem elas eu não seria EU!

Eu vivi essas histórias pois ESCOLHI vivê-las. Simples assim.
Por acreditar realmente que elas me fariam mais FELIZ do que antes!
E por muito, muito tempo eu fui MUITO feliz.

Um dia deixei de ser. E aí escolhi novamente.
Não acreditava mais que seria mais feliz vivendo aquelas hitórias.
Então decidi começar a viver OUTRAS histórias.

Mas o mais importante é que não mudei o CAMINHO que escolhi seguir mais de 20 anos atrás.
Guardo minhas histórias, TODAS elas sem exceção, no meu Museu pessoal.
E sigo no MESMO caminho buscando ser MAIS feliz a cada dia.
Vivendo NOVAS histórias..... De outras GALÁXIAS.....

Abraços e beijos.